EFEITO DA MODIFICAÇÃO TÉRMICA NA RESISTÊNCIA BIOLÓGICA DA
MADEIRA DE EUCALIPTO

Nome: Jaqueline Rocha de Medeiros
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 28/05/2021
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Juarez Benigno Paes Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Fabricio Gomes Gonçalves Examinador Interno
Juarez Benigno Paes Orientador
Tâmara Suely Filgueira Amorim Examinador Externo
Yonny Martínez López Examinador Externo

Resumo: O objetivo da pesquisa foi avaliar os efeitos do tratamento térmico na resistência biológica da madeira de clones de híbridos de Eucalyptus, com 14 anos de idade. Foram utilizados três clones (A, C e E) de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla e três árvores de cada um deles. Das quais, foram retiradas amostras de pranchões centrais, provenientes da segunda tora (4,20 m) das arvores e transformadas em tábuas com dimensões de 2,5 x 10 x 60 cm (espessura x largura x comprimento), as quais foram submetidas ao tratamento térmico (185 e 200ºC). E, posteriormente retiradas amostras para análises química e ensaios de resistência biológica. As análises químicas foram realizadas em triplicatas para cada constituinte químico (extrativos totais, lignina total, holocelulose e cinzas) e clone. Os ensaios com as
térmitas de madeira seca (Crypototermes brevis), alimentação forçada e preferência alimentar, tiveram duração de 45 dias; e com térmitas subterrâneas ou arborícola (Nasutitermes corniger), alimentação forçada e preferência alimentar, duração de 28 ou 45 dias (respectivamente), tendo sido avaliado a perda de massa, o desgaste ocasionado na madeira, o número de orifícios (madeira seca) e a mortalidade das térmitas (alimentação forçada). O ensaio com fungos teve duração de 12 semanas e
foram testados fungos de podridão parda (Gloeophyllum trabeum e Rhodonia
placenta) e branca (Irpex lacteus). O tratamento térmico alterou a proporção dos componentes químicos da madeira, causando redução na resistência biológica as organismos xilófagos testados. Para os ensaios de preferência alimentar com térmitas de madeira seca e subterrâneas as amostras termo modificadas a 185 °C foram mais consumidas. Dentre os fungos utilizados, aqueles que causaram ataques mais severos, foram os causadores de podridão parda, alterando também, mais intensamente, a cor da madeira.

Palavras-chave: Tratamento térmico. Composição química. Ensaios biológicos. Colorimetria.

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