VIABILIDADE TÉCNICA DA PRODUÇÃO DE PELLETS DE RESÍDUOS DE MADEIRA DAS ESPÉCIES Dinizia excelsa Ducke E Manilkara elata (Allemão ex Miq.) Monach. PARA FINS ENERGÉTICOS

Nome: Glaucileide Ferreira
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 25/07/2017
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Djeison Cesar Batista Orientador
Marina Donaria Chaves Arantes Co-orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Djeison Cesar Batista Orientador
Fernando José Borges Gomes Examinador Externo
José Tarcísio da Silva Oliveira Suplente Interno
Juarez Benigno Paes Examinador Interno

Resumo: A Floresta Amazônica é a maior floresta tropical do mundo e a utilização dos recursos madeireiros encontra-se entre as principais atividades econômicas na Região, gerando uma quantidade significativa de volume de resíduos que não têm sido aproveitados apropriadamente, acarretando prejuízo tanto financeiro quanto ambiental. O objetivo deste trabalho foi analisar a viabilidade técnica da produção de pellets com resíduos da madeira serrada das espécies Dinizia excelsa (angelim-vermelho) e Manilkara elata (maçaranduba) provenientes da Floresta Amazônica. Foram testadas 11 diferentes proporções de resíduos na produção de pellets, representados por composições puras (100%) de angelim-vermelho, maçaranduba e Eucalyptus sp., além de composições dessas espécies entre si. Para cada composição de resíduos, foram analisadas a composição química (teores de lignina total, extrativos totais e cinzas), algumas propriedades físicas (teor de umidade e densidade a granel) e térmicas (densidade energética e poder calorífico inferior). Para os pellets, foram realizadas as mesmas análises dos resíduos, além da composição química (teores de materiais voláteis e carbono fixo), algumas propriedades físicas (densidade aparente unitária, diâmetro e comprimento), térmicas (temperatura máxima de combustão) e mecânicas (compressão diametral, porcentagem de finos e durabilidade mecânica). Os resíduos de angelim-vermelho e maçaranduba foram tecnicamente viáveis para a produção de pellets. Todas as 11 composições de resíduos de angelim-vermelho, maçaranduba e eucalipto foram tecnicamente viáveis para a produção de pellets. Com base nos resultados de compressão diametral e durabilidade mecânica, as melhores composições de pellets foram 100% de angelim-vermelho, 50% de angelim-vermelho + 50% de maçaranduba e a composição mista, com 33,3% de cada uma das espécies testadas.
Palavras-chave: Angelim-vermelho, maçaranduba, peletização.

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